A molécula
pela qual o Brasil lutou.
Nos anos 1990, dentro de um laboratório da Universidade de São Paulo, uma pequena equipe de químicos sintetizou uma forma bioidêntica de fosfoetanolamina. As pessoas que a receberam começaram a relatar uma mudança em como se sentiam. A imprensa deu a ela um nome que varreu o país: "a pílula do câncer."
Nascida num laboratório da USP
No Instituto de Química de São Carlos, o químico Gilberto Chierice e sua equipe sintetizam a fosfoetanolamina bioidêntica e começam a estudar seu efeito no metabolismo celular.
Passada de mão em mão
Compartilhada discretamente com pessoas que relatavam melhoras no bem-estar. Sem marketing, a notícia se espalhou pelo Brasil — de família em família, de história em história.
Um país dividido
A pressão popular chegou às cortes mais altas. A Lei 13.269/2016 autorizou seu uso brevemente, antes de o STF suspendê-la — um capítulo que transformou uma molécula em um movimento.
A original, preservada
Da equipe original, restou um único químico. Ele trabalha com a America Nutrition para manter o ImunoFosfo fiel à fórmula original — produzido em laboratório credenciado ao FDA, com laudo toxicológico em cada lote.
O ImunoFosfo é um suplemento alimentar à base de fosfoetanolamina sintética bioidêntica. A história acima é compartilhada como contexto e legado. Estas afirmações não foram avaliadas pela Food and Drug Administration. Este produto não se destina a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença, e não substitui acompanhamento médico.